Em 1530, D. João III mandou para o Brasil uma expedição com o objetivo de expulsar os franceses que ali esvaram e também para achar um caminho para o Império Inca através do Rio da Prata. Comandada por Martim Afonso de Souza, a expedição conseguiu expulsar os franceses por alguns meses, antes que voltassem para se vingar. Mas nunca chegou nos Incas, devido aos diversos imprevistos envolvendo tempestades, rochas e correntezas. Com isso, Martim Afonso o que sobrou de sua tripulação, foram para São Vicente, lugar bem conhecido para a época, e lá foi fundada a primeira vila, junto com São Paulo de Piratininga, que foi queimada por espanhóis que tinham também sido expulsos por estarem em território português. Somente 20 anos mais tarde que jesuítas iram refundar a vila de Piratinga, encontrando os portugueses que haviam se espalhado pela região depois do acontecimento anos atrás. "Já haviam se tornado completante em selvagens". Nessa imagem é retratado a fundação da vila de São Vicente, e nela vemos Martim Afonso, tripulação, os Tupiniquim (entre eles, aliados dos portugueses, como Tibiriçá) e também o Bacharel de Cananeia, português que estava no Brasil desde 1498, e quem depois destruiu as vilas de Piratininga e São Vicente em 1534, com auxilio espanhol e Carijó. O motivo era que Martim Afonso havia mandado em 1532 uma expedição por terra para o Peru, e essa expedição nunca voltou, foi atacada. Quando a notícia chegou em 1533 aos ouvidos de Pero de Góis (encarregado de São Vicente e Piratininga quando Martim Afonso tinha voltado para Portugal) ele foi fazer o que havia sido ordenado, matar quem fez isso. E quem foi que atacou? Os carijós, e não sozinhos. Mas aí, já é outra história.sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Em 1530, D. João III mandou para o Brasil uma expedição com o objetivo de expulsar os franceses que ali esvaram e também para achar um caminho para o Império Inca através do Rio da Prata. Comandada por Martim Afonso de Souza, a expedição conseguiu expulsar os franceses por alguns meses, antes que voltassem para se vingar. Mas nunca chegou nos Incas, devido aos diversos imprevistos envolvendo tempestades, rochas e correntezas. Com isso, Martim Afonso o que sobrou de sua tripulação, foram para São Vicente, lugar bem conhecido para a época, e lá foi fundada a primeira vila, junto com São Paulo de Piratininga, que foi queimada por espanhóis que tinham também sido expulsos por estarem em território português. Somente 20 anos mais tarde que jesuítas iram refundar a vila de Piratinga, encontrando os portugueses que haviam se espalhado pela região depois do acontecimento anos atrás. "Já haviam se tornado completante em selvagens". Nessa imagem é retratado a fundação da vila de São Vicente, e nela vemos Martim Afonso, tripulação, os Tupiniquim (entre eles, aliados dos portugueses, como Tibiriçá) e também o Bacharel de Cananeia, português que estava no Brasil desde 1498, e quem depois destruiu as vilas de Piratininga e São Vicente em 1534, com auxilio espanhol e Carijó. O motivo era que Martim Afonso havia mandado em 1532 uma expedição por terra para o Peru, e essa expedição nunca voltou, foi atacada. Quando a notícia chegou em 1533 aos ouvidos de Pero de Góis (encarregado de São Vicente e Piratininga quando Martim Afonso tinha voltado para Portugal) ele foi fazer o que havia sido ordenado, matar quem fez isso. E quem foi que atacou? Os carijós, e não sozinhos. Mas aí, já é outra história.
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